Eletronuclear recebe US$ 13 milhões para estender “vida” de Angra 1

Vista do Complexo Nuclear Álvaro Alberto

Meta é ampliar a vida útil da usina em 50% do originalmente previsto

A Eletronuclear recebeu financiamento externo para extensão de vida de Angra 1. A primeira liberação é de US$ 13 milhões para o reembolso de gastos já realizados no Engineering Multiplier Program (EMP) do programa de extensão de vida útil da usina. O financiamento foi firmado com o Banco Santander, e garantia do US Eximbank e contra garantia da holding Eletrobrás. O EMP realiza estudos de viabilidade e serviços de pré-engenharia, design e meio ambiente.

O programa de extensão visa estender a vida útil  tanto de Angra 1 como de Angra 2, por mais 20 anos. Originalmente as usinas foram licenciadas para operar por 40 anos, conforme padrão norte-americano. Angra 1 entrou em operação em 1985, ou seja, deveria  encerrar as atividades em 2024. Com esse projeto de ajustes a unidade continuará a operar até 2044. Apesar de Angra 2 ter mais prazo de sua vida útil já licenciada, a Eletronuclear informa que já realiza estudos para implementar um Programa Integrado de Gestão do Envelhecimento de Sistemas, Estruturas e Componentes.

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