Enfermeiro acusado de matar irmãos é preso

Os sherlock’s da 167ª Delegacia de Polícia, sob a batuta do Dr. Marcello Russo, titular da unidade, e os Anjos da Lei, da 2ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM), comandados pelo tenente-coronel Rodrigues, prenderam na noite de segunda-feira, dia 12 de setembro, o enfermeiro Paulo Cardoso da Costa Júnior, acusado de ter matado no sábado, dia 10 de setembro, os irmão Edmar Ribeiro da Silva, de 57 anos e Eduardo Ribeiro da Silva, de 53 anos, no Areal do Taquari, em Paraty. Ele foi localizado em Tarituba.

Eduardo e Edmar friamente assassinados em Paraty

As vítimas eram proprietárias de um restaurante no Taquari, bairro em que Paulo Cardoso também morava. Paulo teve a sua cachorra morta, e teria colocado na cabeça que o evenenamento do animal foi proposital e praticado pelos irmãos. Na realidade, segundo a Polícia Civil, no dia 3 de setembro, Edmar e Eduardo teriam colocado veneno para matar ratos e formigas, na área externa do estabelecimento comercial e a cachorra de Paulo Cardoso ingerido o veneno, mas essa hipótese não foi confirmada.

Com a morte do cachorro, o enfermeiro então começou a arquitetar a morte dos irmãos, que felizes tocavam o novo empreendimento e eram queridos na região, por conta da boa índole.

Com autorização para posse de arma de fogo, Paulo então resolveu dar cabo da vida de Edmar e Eduardo e foi em direção aos irmãos, munido de uma pistola e ceifou a vida dos irmãos, abandonando a arma e fugindo em seguida.

Pistola apreendida com o acusado

Os homens chegaram a ser levados para o Hospital Municipal Dr. Hugo Miranda, porém não resistiram aos ferimentos e morreram. Tão logo tomaram conhecimento do crime, os policiais civis e militares saíram na caçada a Paulo Cardoso, que só terminou na segunda-feira. No momento da prisão ele não teria oferecido resistência e com ele outra pistola foi apreendida.

Mesmo tendo fugido do flagrante, o elemento foi levado para a casa de custódia de Volta Redonda, pois Dr. Marcello Russo havia solicitado a prisão preventiva do mesmo.

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