Estamos acordados

As comemorações em torno do bicentenário da Independência do Brasil, demostrou, mesmo para quem não quer ver, que o Brasil está mais vivo do que nunca. O povo mostrou que está de olhos bem abertos às artimanhas dos poderosos que não admitem perder o domínio do país e as benesses arcadas pelo dinheiro público. No dia 7 de setembro, a nação brasileira apenas reagiu aos malfeitos explícitos dos atuais detentores do poder ‘supremo’, tomando às ruas pacificamente, vestidos das cores da nossa bandeira, Verde e Amarelo.  Numa espécie de ‘acorda Pedrinho’ o povo saldou a sua Pátria, assim como Dom Pedro fez em 7 de setembro de 1822, quando proclamou a nossa liberdade, alçando o Brasil ao posto de país livre e independente de qualquer colonizador. Viva a liberdade. Viva os 200 anos de Independência.

Lindo

Realmente foi lindo ver famílias inteiras, gente de várias gerações, ou seja, avós, filhos e netos, tomar as ruas de suas cidades, proclamando o amor pelo seu país, coisa que só víamos em época de Copa do Mundo. Podem dizer o que quiserem do nosso presidente da República. Que é um cara grosseiro. Que fala palavrão. Que fala besteiras demais. Que muitas vezes parece um troglodita, mas não podem dizer que ele não ama este país. Esse sentimento de patriotismo que toma conta do povo brasileiro e lhe devolve o sentido de ser parte de uma nação, é mérito de Bolsonaro, que enaltece a ordem e o progresso, frase símbolo de nossa bandeira. E para aqueles que tentam calar o povo com argumentos vazios e infundados sob ‘atos inconstitucionais ou anti-democráticos’ apreciem a verdadeira democracia, estampada pelos quatro cantos do país durante a comemoração da Independência do Brasil. Viva a verdadeira democracia ladeada pela voz do povo nas ruas.

Na terrinha

Em Angra, o prefeito Fernando Jordão abriu os desfiles de 7 de setembro, percorrendo a avenida Júlio Maria em um carro aberto seguido pelos alunos do Colégio Naval, bombeiros e outras forças de segurança. Em seguida foi a vez dos alunos das escolas públicas estaduais e municipais e de algumas particulares comemorarem a nossa pátria acompanhados das bandas que ditaram o ritmo da festa, após dois anos de pandemia. Tudo de forma ordeira e com a graça de um lindo dia de sol.

Ânimos aflorados

Tem muito político que não gostou nenhum pouco da demonstração de civilidade que o povo brasileiro deu no dia 7 de setembro. Os recalcados chegaram ao ponto de afirmar em propaganda eleitoral que “a nossa bandeira não é para quem propaga o ódio”. Felizmente, ódio foi o único sentimento que não esteve presente nas manifestações da Independência, muito pelo contrário, foi o amor ao Brasil o destaque da festa. Aliás, os milhares de brasileiros que junto com seus familiares tomaram as ruas do país retornaram para suas casas sem nenhum transtorno ou violência, muito diferente das manifestações orquestradas por partidos de esquerda e sindicatos que soltavam nas ruas delinquentes que se autodenominavam Black Block, para destruírem tudo por onde passavam. Esses sim, sempre propagaram o ódio e a divisão do povo, para melhor dominá-lo. A nação brasileira é da paz, respeita a família, teme a Deus e apenas quer liberdade e dignidade para criar seus filhos. Simples assim.

Democracia

Dia 2 de outubro será um grande dia para a democracia brasileira. Dia de eleições gerais. Momento único na vida do cidadão que tem responsabilidade com o futuro do seu país. Dia em que separaremos o joio do trigo. Dia em que o povo realmente tem o poder em suas mãos para mudar aquilo que ele acredita estar errado. Dia de demitir os maus políticos da vida pública. Dia de escolher quem ditará as regras que tanto influenciam no seu dia a dia pelos próximos quatro anos. Então, pessoal, façam como Dom Pedro, libertem o Brasil das garras dos colonizadores. Não entregue o Brasil nas mãos de Barrabás. Somos uma verdadeira nação e não uma colônia.

Aliás e a propósito

Dom Pedro era um homem culto, muito bem preparado para governar, já que um dia ele poderia alçar o posto de rei de Portugal e, portanto, quando resolveu romper e transformar a colônia em nação, tornando-se o 1º Imperador do Brasil, Dom Pedro também tratou de promulgar a Carta Magna brasileira, a Constituição de 1824, onde foi instituído os poderes legislativo, executivo e judiciário, legitimando a política e a soberania brasileira. Mas, como nem tudo eram flores no novo país, o imperador tratou de constitui um quarto poder, neutro e responsável por “harmonizar” os demais poderes, neste caso, o Poder Moderador. Ou seja, quando os novos poderosos da nação passavam dos limites, o imperador tratava de botar a casa em ordem, colocando cada um no seu quadrado. Só assim, o chefe supremo da nação conseguiu manter a independência do Brasil e o equilíbrio e a harmonia entre os demais poderes políticos.

Falta moderação

Infelizmente é o que nos falta hoje. Alguém moderado que consiga manter esse país livre e que coloque cada ente federativo em seu lugar, pois não dá para continuarmos assistindo a esse verdadeiro estupro a Constituição Brasileira em nome de uma democracia, que está sendo usada e abusada descaradamente de forma inescrupulosa na defesa de carteis travestidos de partidos políticos, que só querem se apoderar dos cofres da nação. Somos reféns da ideologia social-comunista que aparelhou nos últimos 30 anos as repartições públicas e romper as amarras é crucial para o fortalecimento de uma real democracia. Que venham as eleições!

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