Que nível: confusão na festa da vitória da primeira-dama termina na polícia

Festança aconteceu em um sítio de festas na Banqueta

Filha de ex-vereador e candidato a deputado federal briga com correligionária de Célia Jordão

No último dia 16, a primeira-dama da cidade, Célia Jordão, promoveu uma festa em um sítio na Banqueta, para comemorar com sua equipe e correligionários sua reeleição à deputada estadual. Tudo corria bem no evento e a festança era das boas, muita comida (churrasco e afins) e muita bebida (cerveja e refrigerante). Só que lá pelas tantas, Érika Cavalcanti, filha do ex-vereador Sargento Thimóteo, que também concorreu a deputado federal em dobradinha com Célia Jordão, apareceu na festa acompanhada de sua mãe e de seu irmão, supostamente de penetra, ou seja, sem serem convidados. Uma pessoa, que procurou o jornal A CIDADE para relatar o que aconteceu, disse que Érika já teria chegado à festa alterada. Ela estaria gritando e falando palavrões e pediu para tirar uma foto com a deputada Célia Jordão do PL.

A fonte contou, que apesar de ter sido traída pela família Cavalcanti, a deputada iria tirar a foto, bastava que Érika esperasse um pouquinho. Contrariada por ter que esperar, ela teria agredido física e verbalmente uma correligionária da deputada. Segundo essa fonte, a filha do ex-vereador, que seria nomeada assessora parlamentar da primeira-dama, na Assembleia Legislativa (Alerj), com um salário de 7 mil reais, estaria descompensada com a possibilidade de perder o cargo.  Além de atacar a correligionária a cadeiradas, ou seja, além de arremessar cadeiras na mulher, ela teria chamado a correligionária de Célia Jordão de preta, gorda, favelada e traficante. A filha do ex-vereador e ex-candidato também teria dito que seu pai entraria nas Casinhas do Bracuí, onde a mulher mora, atirando. A nossa fonte informou também que Érika teria chamado um jovem que estava no local de “viadinho”, favelado e sem classe. A mãe dela também teria batido boca com os convidados/correligionários da deputada. A confusão teria terminado com a família Cavalcanti sendo expulsa do local pelos seguranças do evento.

O jornal A CIDADE não entra na onda de qualquer denúncia e foi verificar a veracidade da informação. O fuxico do barraco ocorrido na festa circulava nas redes sociais, mas ninguém informava o que havia acontecido de fato. Nossa reportagem descobriu que a correligionária da deputada, Cristiane Maria Dias da Silva Santos, registrou queixa contra Érica, na Delegacia de Atendimento Especial à Mulher (Deam), no Centro da cidade. Primeiro, Cristiane procurou atendimento médico, devido aos ferimentos da suposta agressão e  depois foi à delegacia  fazer o registro. Ela disse que Érica a chamou de negra e gorda e a agrediu com duas cadeiradas, só porque ela disse que Célia Jordão só iria tirar a bendita foto, quando terminasse o pronunciamento que estava fazendo naquele momento.

Traição dos Cavalcanti

Segundo a fonte que procurou o jornal para relatar o “barraco” na festa da vitória, no decorrer da campanha de Célia Jordão, o ex-vereador Thimoteo estava apoiando outro candidato à reeleição, o Geovane Ratinho. Além disso, a primeira-dama estaria sendo oprimida pelos Cavalcanti em suas caminhadas pelo Perequê.  Érica e sua mãe estariam indo a estabelecimentos ao longo do percurso da caminhada falar mal de Célia Jordão.

Uma outra fonte, ouvida por A CIDADE nega que a traição teria partido do ex-vereador. Segundo informou, Sargento Thimoteo teria sido incitado a ser candidato a deputado federal pelo próprio prefeito, com o intuito de tirar votos locais de Venissius. Entre as promessas para Thimoteo ser candidato estaria o financiamento de sua campanha em dobradinha com Célia Jordão, o que não teria sido cumprido pelo prefeito, tanto que o próprio Thimoteo teria gravado um vídeo desacatando o chefe do executivo municipal. Essa fonte também disse, que a tal moça, antes de ser agredida por Érica teria dito que se ela tivesse nas “Casinhas” seria picada inteira, pois o marido dela seria o dono do pedaço. Aliás, ele teria sido preso no dia 21 de junho, por tráfico de drogas.

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