Tarado pervertido estupra menina com deficiência mental

Foto meramente ilustrativa

Quem fez a acusação foi a mãe da  vítima

O jornal A Cidade foi procurado por uma moradora do Morro da Lambicada, de 37 anos. Ela queria divulgar o estupro de vulnerável sofrido por sua filha de 15 anos, com deficiência mental. Ela contou que   namorou o estuprador de sua filha há alguns anos e que tiveram um filho, um menino que hoje tem oito anos, que ele não registrou e que ele já estava casado com outra. Só que esse “presente de Deus” se separou da mulher e foi, inclusive, proibido pela Justiça de se aproximar da ex. Como não tinha para onde ir, ele pediu abrigo na casa dela. Só que ela precisou se ausentar de casa nos últimos dias 13 e 14. Quando ela voltou, no último dia 15, foi dar banho na filha,  foi quando a menina reclamou de dor nas partes íntimas. Ela perguntou à  filha se havia acontecido alguma coisa.   

Ela contou  que o ex-namorado da mãe havia colocado o órgão sexual dele no órgão sexual dela. Além disso, o pervertido teria colocado o órgão sexual dele na boca da menina, que acabou vomitando depois que ele ejaculou. A mãe confrontou o ex-namorado, que  foi embora da casa depois que eles brigaram. Ela levou a  filha ao Hospital Municipal da Japuíba (HMJ), onde a menina ficou internada para os procedimentos de praxe em casos como este. Depois  ela foi à Delegacia de Atendimento à Mulher (Deam), para registrar queixa contra o tarado pervertido.  Ela  espera ansiosa que a Justiça o coloque atrás das grades, até porque, segundo ela estaria fugindo para casa de parentes em São Paulo.

A mãe da vítima forneceu fotos e dados pessoais do acusado, mas o  jornal A Cidade não irá publicá-los, até que a Justiça decida se  vai acusá-lo do crime.