Moradores do Portogalo  têm acesso ao bairro cerceado

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Logo após a entrada do condomínio existe uma guarita com cancela

Um deles procurou o jornal A Cidade para denunciar

Uma pessoa nascida e criada no Portogalo,  antes da chegada dos endinheirados  conhecida pelo nome indígena de Itapinhoacanga,   procurou o jornal   A Cidade para denunciar que condomínio dos “bacanas” vem cerceando o acesso de moradores e de suas visitas à localidade. Ele contou que os moradores da vila de trabalhadores dentro do Portogalo,  que mantém o nome antigo da localidade,  sempre tiveram o direito de ir  e vir, mas que com  a entrada de uma nova administração no condomínio os problemas começaram.

Essa pessoa relata que até as encomendas eles estão proibindo os moradores de receberem em casa. Segundo a denúncia, até o direito de receber os  familiares como antes, eles perderam.  Agora, quem vai visitar algum morador da vila de trabalhadores de moto paga uma taxa de 15 reais e de carro paga 25 reais para entrar. O denunciante também reclamou que os seguranças estão  destratando os morado. Disse que eles estão sendo tratados como objetos.

“Precisamos lutar pelos nossos direitos de morador, pois antes dessa nova administração entrar nós já estávamos aqui. Não podemos aceitar que eles tirem nosso direito de entrar e receber nossas encomendas e nossa família como antes fazíamos antes”, desabafou. Além de denúncia ao jornal, o problema descrito deve ser denunciado no Ministério Público, órgão que cuida dos interesses do povo  e  na  Prefeitura. Esta última,  inclusive  presta serviços públicos, com o dinheiro do contribuinte,  no local que, ao que  tudo indica, é privado.