Outro morador contesta denúncia sobre Condomínio Portogalo

Entrada do condomínio

Para ele reclamação partiu é quem construiu quitinetes para alugar

Um morador da vila de trabalhadores do Portogalo, procurou o jornal A CIDADE para contestar algumas informações contidas na denúncia feita por outro morador do bairro, que afirmava que a nova administração do condomínio estava cerceando o acesso  de serviços e parentes de quem vive na localidade. A denúncia publicada em nosso portal (www.acidadecostaverde.com.br) e em nossa edição 1283, do último dia 4,  afirmava, inclusive, que o condomínio estava cobrando uma taxa de acesso de  veículos cujos ocupantes  fossem visitar seus parentes.

Esse outro morador admite que a relação entre o condomínio  e a vila moradores não é esse mar de rosas. “É algo complexo e difícil de explicar, mas não é a isso que me proponho aqui”.  Ele afirma que é falsa a informação de pagamento de taxa de acesso e que é falsa a informação de que os seguranças estão destratando os moradores. “O que o condomínio está fazendo é barrar carros de visitantes que chegam às casas que não têm garagem e por que isso amontoa  seus carros na rua”.  

“É falso e me doeu ler a informação de que moradores têm sido destratados pelos seguranças do condomínio”. Ele contou que há alguns dias uma mulher foi entregar um medicamento para a mãe e não pode descer com o carro porque o estacionamento da rua estava lotado. O segurança disse a ela que deixasse o carro na portaria, que ele  mesmo a levaria  na casa da mãe. Disse ainda, que ele mesmo poderia entregar o medicamento e foi o que aconteceu.

Segundo esse morador as denúncias partiram de pessoas que construíram  quitinetes irregulares para alugar nos feriados e que estão  insatisfeitas. Elas têm medo que o condomínio endureça as regras de acesso para impedir a baderna que vem ocorrendo na localidade. “Uma quitinete de quarenta m²  recebe mais de um carro, que entulham a rua  impedindo a passagem do caminhão de coleta de lixo. Ele afirmou ainda, que além de serem irregulares, alguns desses imóveis, estão tecnicamente em área pública. Disse também  que esses locatários já foram, inclusive, flagrados fumando maconha na pracinha  da vila construída pela Prefeitura.