Um dos pontos de fechamento da rodovia na altura da Banqueta

Até a publicação dessa reportagem manifestantes não haviam voltado a fechar a via

Nos últimos dias 31 de outubro e 1 de novembro, eleitores de Jair Bolsonaro insatisfeitos com os resultados das eleições infernizaram a vida da população e demais usuários da Rio-Santos. Foram diversos pontos de interdição na rodovia, usada como forma de protesto. O primeiro começou no trecho em frente à entrada da Banqueta. Os manifestantes cruzaram carros  na pista e impediam o tráfego.  Depois desse estopim, os manifestantes sentiram à vontade e fizeram barricadas em diversos pontos da Rio-Santos, como em Santa Cruz, Mangaratiba, Frade, Perequê e Paraty.

Em algumas barreiras  houve a liberação de tráfego de tempos em tempos, com sistema de pare e siga para minimizar  a  fadiga de quem precisava passar pela rodovia, mas em alguns pontos os manifestantes foram irredutíveis, como no Perequê, por exemplo. Até que viesse a ordem de intervenção da Justiça Federal, a Polícia Rodoviária Federal (PRF), agiu pouco e observou mais.

Mas quando veio a ordem de liberar as rodovias, eles agiram, inclusive com o uso  de força do choque   e do Comando de Operações Especializadas, da corporação.  No início da noite do dia 1º o trânsito já estava restabelecido  na rodovia e até o fechamento desta edição permanecia assim, apesar dos protestos em outras rodovias país afora.