O Governo do Estado do Rio de Janeiro confirmou a realização de um novo concurso público para o Instituto Estadual do Ambiente (Inea RJ). A tão aguardada seleção ofertará 150 vagas para diversas áreas do quadro de pessoal, marcando um momento de renovação para a autarquia ambiental.

A autorização foi oficializada com a publicação da medida no Diário Oficial desta quarta-feira (23/09). O principal objetivo é fortalecer e rejuvenescer o corpo técnico do órgão, que é ligado diretamente à Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade, após um hiato de 13 anos sem novas seleções.

A última vez que o Inea abriu vagas por concurso foi em 2013, quando foram ofertadas 86 oportunidades para níveis médio e superior. A decisão atual de abrir 150 novas vagas reflete uma necessidade premente de reposição e ampliação de seu quadro de profissionais para atender às demandas crescentes na área ambiental.

O aval para o certame foi concedido após manifestações técnicas favoráveis da Secretaria de Estado de Fazenda (SEFAZ) e da Secretaria de Estado de Planejamento e Gestão (SEPLAG), que atestaram a plena viabilidade orçamentária do projeto. Com a luz verde do governo, a direção do Inea já avançou no mapeamento minucioso das superintendências e setores que mais necessitam de novos servidores.

Os próximos passos incluem a definição da banca organizadora do concurso, etapa fundamental para a elaboração e aplicação das provas. A expectativa do Governo do Estado é que o edital completo, com todos os detalhes sobre cargos, requisitos e datas, seja publicado nos próximos meses, abrindo caminho para milhares de candidatos que sonham em ingressar no serviço público ambiental.

Sobre o Inea

Instituído pela Lei Estadual n° 5.101, de 4 de outubro de 2007, o Instituto Estadual do Ambiente opera sob um regime autárquico especial, garantindo-lhe autonomia administrativa, financeira e patrimonial. Sua estrutura foi consolidada pelo Decreto Estadual n° 41.628, de 12 de janeiro de 2009.

O Inea desempenha um papel crucial na execução das políticas públicas estaduais voltadas ao meio ambiente, recursos hídricos e áreas florestais, estabelecidas pelos poderes Executivo e Legislativo fluminenses. Sua criação representou um marco na gestão ambiental do Rio de Janeiro, ao unificar e otimizar os esforços de conservação ecológica que antes estavam distribuídos entre a antiga Fundação Estadual de Engenharia de Meio Ambiente (FEEMA), a Superintendência Estadual de Rios e Lagoas (SERLA) e o Instituto Estadual de Florestas (IEF).