Angra dos Reis celebra um marco de solidariedade: a campanha mensal de doação de sangue da Seatrium, que teve início como um projeto pontual, completa seu primeiro ano de sucesso. Impulsionada pela alta adesão dos colaboradores e pela constante demanda dos bancos de sangue, a iniciativa se tornou um pilar do calendário de responsabilidade social da empresa, e agora, expande suas fronteiras para outros estados.

O projeto, que começou em junho de 2025 em apoio ao Dia Mundial do Doador de Sangue, rapidamente evoluiu para uma ação contínua. Ele reflete o compromisso da Seatrium em auxiliar as comunidades onde atua, contribuindo para salvar vidas e fortalecer a rede regional de saúde. Além de incentivar a doação regular, a campanha visa conscientizar sobre a necessidade ininterrupta de abastecimento dos bancos de sangue, cultivando uma cultura de empatia e responsabilidade coletiva.

A logística por trás dessa iniciativa é meticulosamente coordenada pela Seatrium, que organiza mensalmente o transporte e o apoio técnico para grupos de 15 colaboradores ao Hemonúcleo Costa Verde. Até maio deste ano, a campanha já havia mobilizado quase 200 participantes, um número significativo que pode potencialmente beneficiar até 700 pessoas em situações críticas, como cirurgias, tratamentos médicos ou emergências. Essa contribuição é vital para a rede de saúde que atende Angra dos Reis, Mangaratiba, Rio Claro e Paraty, no Rio de Janeiro.

Diante do impacto positivo em Angra dos Reis, a Seatrium anuncia a expansão do projeto. Neste mês, será realizada a primeira edição da campanha de doação de sangue no estaleiro da companhia em Aracruz, Espírito Santo, com o objetivo de replicar o sucesso e ampliar a rede de solidariedade. Em Navegantes, Santa Catarina, onde se localiza o terceiro estaleiro da empresa, a iniciativa passará a acontecer semestralmente, com a próxima ação já agendada para o dia 7 de julho.

Com essa expansão, a Seatrium não apenas reforça seu apoio aos bancos de sangue locais, mas também espera inspirar mais indivíduos a se tornarem doadores regulares, reconhecendo a doação de sangue como um gesto essencial de cuidado e engajamento com as comunidades das quais fazem parte.